Os TCCs da turma 2015 do curso de Imagem e Som da UFSCar, entre eles A Dama das Onze Horas, já têm data de estreia! Dia 7 de Dezembro, às 19h no Anfiteatro Florestan Fernandes, Área Norte da UFSCar. A entrada é gratuita e a exibição aberta à população.
Além do Dama, também serão exibidos os curtas:
Anzol, Eu preciso te ver no fundo dos meus olhos, Hasta la brisa, Um conto do nada e Urubu-rei.
Após a exibição as equipes de cada curta estarão presentes para debates, para tirar as dúvidas sobre os filmes e falar da experiência e das dificuldades enfrentadas ao longo das produções.
Clique na imagem para ver o evento.
Nossos personagens: Maria da Piedade
A benzedeira Maria da Piedade é muita respeitada na cidade. Há anos suas garrafadas são as responsáveis por curar os mais variados tipos de males da população local. Séria e reclusa, vive sozinha na pequena propriedade rural da família.
Sua mãe, Maria Aparecida, era a responsável pela realização da tradicional festa junina da região, festividade essa que agora, por conta de uma lenda urbana local, tornou-se a Festa da Dama das Onze Horas e da qual agora Piedade é anfitriã.
Mas na 50ª edição dessa festa tradicional sua irmã, Ana, com a qual é brigada, voltou à cidade e quer se acertar com Piedade, suscitando comentários e a curiosidade dos convidados.
O curta estreia na exibição dos TCCs da turma de Imagem e Som 2015, dia 7 de dezembro às 19h no anfiteatro Florestan Fernandes na UFSCar. A exibição é aberta ao público.
Nossos personagens: Ana
Ana partiu da pequena propriedade rural da família há muitos anos, brigada com a irmã, Maria da Piedade. Forte e inteligente, conseguiu trabalhar e estudar, tornando-se uma mulher independente e cética e afastando-se de sua origens religiosas e interioranas.
Agora, cinquenta anos mais tarde, Ana terá que enfrentar os fantasmas do passado e os olhares da população local para se acertar com Piedade, que tornou-se importante figura religiosa da cidade. Sua repentina chegada coincide com a 50ª Festa da Dama das Onze Horas, uma festividade inspirada numa lenda urbana local cuja irmã é a anfitriã.
O curta estreia na exibição dos TCCs da turma de Imagem e Som 2015, dia 7 de dezembro às 19h no anfiteatro Florestan Fernandes na UFSCar. A exibição é aberta ao público.
Nossos personagens: Sueli
A dedicada Sueli é quem ajuda a benzedeira Maria da Piedade, que não tem filhos, com os preparativos da Festa da Dama das Onze Horas. Sempre preocupada se tudo está saindo "do jeito que a Dona Piedade gosta", faz o possível para que a tradição seja mantida e lamenta a ausência de mais crianças além do filho Lucas na tradicional festividade local.
Por ser tão próxima da anfitriã Sueli sabe o que as pessoas costumam dizer sobre ela, mas não se importa, sente como se Piedade fosse da família e sabe que a benzedeira sente o mesmo por ela, pois apesar do semblante rígido a mulher é uma santa.
O curta estreia na exibição dos TCCs da turma de Imagem e Som 2015, dia 7 de dezembro às 19h no anfiteatro Florestan Fernandes na UFSCar. A exibição é aberta ao público.
Nossos personagens: Lucas
É a primeira vez que Lucas é benzido e por isso ele tem um pouco de medo do que pode acontecer no quarto e da própria benzedeira, Maria da Piedade, que ele pensa ser a "chefe" de sua mãe, porque é ela quem diz como quer tudo e Sueli fica o tempo todo perguntando às mulheres da cozinha "Tá tudo do jeito que dona Piedade gosta?".
O curta estreia na exibição dos TCCs da turma de Imagem e Som 2015, dia 7 de dezembro às 19h no anfiteatro Florestan Fernandes na UFSCar. A exibição é aberta ao público.
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